terça-feira, 4 de outubro de 2016

Educadores dos séculos XVIII e XIX

ROUSSEAU, PESTALOZZI, HERBART, FROEBEL


•       ROUSSEAU - Jean-Jacques Rousseau – nasceu em Genebra, 28 de Junho de 1712 - faleceu na França, 2 de Julho de 1778) foi um importante filósofo, teórico político, escritor e compositor autodidata suíço.
•       É considerado um dos principais filósofos do iluminismo e do Movimento Naturalista.
•       Biografia – Rousseau (1712-1778)
•       Nasceu protestante, tornou-se católico e retornou ao protestantismo.
•       Perdeu a mãe ao nascer e foi educado por um pastor protestante  na Suíça. Em Genebra exerceu vários ofícios, entre eles o de gravador. Foi ainda professor de música em Lausanne (também na Suíça).
•       Viveu em Paris por volta dos anos 1740 e colaborou com a Enciclopédia de Diderot e D’Alembert.
•       Em 1749, a Academia de Dijon propôs um prêmio para quem respondesse à seguinte questão: "O estabelecimento das ciências e das artes terá contribuído para aprimorar os costumes?"  - PRÊMIO. Várias obras...
•       Biografia – Rousseau (1712-1778)
•       Obras: O contrato social – obra que inspirou a Revolução Francesa (1789-1799).
•       Obra: Emílio ou Da Educação
*      Um dos objetivos do livro era criticar a educação elitista de seu tempo, que tinha nos padres jesuítas os expoentes. Condenava os métodos de ensino utilizados por se ampararem basicamente na repetição e memorização de conteúdos, e pregava sua substituição pela experiência direta por parte dos alunos, a quem caberia conduzir pelo próprio interesse o aprendizado.
*      Mais do que instruir, a educação deveria se preocupar com a formação moral e política.
•       Final da vida: complexo de perseguição e loucura.
•       Contribuições
•       Pedagogia de Rousseau representou a primeira tentativa radical e apaixonada de oposição  à pedagogia da essência e de criação de perspectivas para uma pedagogia da existência.
*      Pedagogia da essência – pauta-se nas ideias de Platão e considera a necessidade de aperfeiçoar o aluno, o qual sairá “da caverna” para o “mundo das ideias” – sempre a imperfeição para a busca da perfeição.
*      Pedagogia da existência – pauta-se nos princípios darwinianos e entende que o desenvolvimento ocorre de acordo com a união da educação com a vida.
•       Contribuições
•       Rousseau via o jovem como um ser integral, e não uma pessoa incompleta, e intuiu na infância várias fases de desenvolvimento, sobretudo cognitivo.
•       Foi um precursor da pedagogia de Maria Montessori (1870-1952) e John Dewey (1859-1952).
•       Rousseau sistematizou uma nova concepção de educação que pavimentou a chamada ESCOLA NOVA.

•       Johann Heinrich Pestalozzi (Zurique, 12 de janeiro de 1746 — Brugg, 17 de fevereiro de 1827)
•       Foi um pedagogista suíço e educador pioneiro da reforma educacional.
•       Biografia – Pestalozzi (1746-1827)
•       Desde os tempos de estudante participou de movimento de reforma política e social.
•       Em 1774 fundou um orfanato onde tentou ensinar rudimentos da agricultura e do comércio aos órfãos, porém a inciativa fracassou.
•       Publicou um romance – LEONARDO E GERTRUDES – delineava suas ideias de reforma política, moral e social.
•       Biografia – Pestalozzi (1746-1827)
•       Em 1805 fundou o famoso Internato de YVERDON.
Funcionou durante 20 anos.
 Frequentado por estudantesde toda a Europa.
•       Contribuições de Yverdon
•       Currículo de YVERDON

•       Segundo Silva e Vieira (2014),
•        Instituto Pestalozzi, criado em Curitiba, em 1943, pelo intelectual paranaense Erasmo Pilotto (1910-1992). Considerado pela história da educação no Paraná como um dos principais interlocutores do Movimento pela Escola Nova no Estado, Pilotto teve suas concepções educacionais pautadas por autores como: Montessori e Peslatozzi, que resignificados o levaram a uma concepção de educação que teve na arte e na cultura seu princípio formativo.  
•       O Instituto Pestalozzi funcionou na Rua Comendador Araújo, 341, Curitiba, no período de 1943 a 1945.
•       Johann Friedrich Herbart nasceu na Alemanha, em 4 de maio de 1776 — faleceu em 11 de agosto de 1841.
•       Filósofo, teórico da educação e psicólogo alemão do século XIX inaugurou a análise sistemática da educação e mostrou a importância da psicologia na teorização do ensino.
•       Biografia - Herbart (1776 – 1841)
Aos 18 anos, já era aluno do filósofo Johann Fichte (1762-1814) na Universidade de Jena.  Fichte foi um filósofo alemão que desenvolveu seus escritos a partir dos estudos de Kant (1724-1804). Pode-se dizer que sua obra é uma ponte entre Kant e Hegel (1770-1831). Interessou-se amplamente pela subjetividade.
Logo em seguida, trabalhou durante quatro anos como professor particular na Suíça, período em que ficou amigo do educador Johann Heinrich Pestalozzi (1746-1827).
Tornou-se professor na Universidade de Göttingen em 1802.
Seis anos depois, assumiu a cátedra deixada por Immanuel Kant (1724-1804) em Königsberg, onde lecionou até 1833, quando reassumiu o posto de professor de filosofia em Göttingen.
 Posteriormente fundou um seminário pedagógico com uma escola de aplicação e um internato.
Dos estudos mais importantes foi chegar a um esboço da Pedagogia.
•       Contribuições:
•       A pedagogia foi formulada pela primeira vez como uma ciência, de maneira abrangente e sistemática, com fins claros e meios definidos.
•       A estrutura teórica se baseia numa filosofia do funcionamento da mente, o que a torna duplamente pioneira:
*      caráter científico
*      adotar a psicologia aplicada como eixo central da educação.
•       Caráter científico
•       A doutrina pedagógica, para ser realmente científica, precisa ser comprovada experimentalmente - uma premissa do filósofo Immanuel Kant (1724-1804) que ele desenvolveu.
•       Surgiram as escolas de aplicação, que conhecemos até hoje. Elas respondem à necessidade de alimentar a teoria com a prática e vice-versa, num processo de atualização e aperfeiçoamento constantes.
•       Psicologia como eixo
•       A mente funciona com base em representações - que podem ser imagens, ideias ou qualquer outro tipo de manifestação psíquica isolada. 
•       Contribuições:
•       Sugeriu que cada lição obedecesse a fases estabelecidas ou a passos formais.
•       E tivesse os seguintes princípios:

•       O alemão Friedrich Froebel (1782-1852) foi um dos primeiros educadores a considerar o início da infância como uma fase de importância decisiva na formação das pessoas.
•       Biografia – Froebel (1782-1852)
•       Filho de um pastor protestante, Friedrich Froebel nasceu no sudeste da Alemanha, em 1782. Nove meses depois de seu nascimento, sua mãe faleceu.
•       Adotado por um tio, viveu uma infância solitária, em que se empenhou em aprender matemática e linguagem e a explorar as florestas perto de onde morava.
•       Após cursar informalmente algumas matérias na Universidade de Jena, tornou-se professor e ainda jovem fez uma visita à escola do pedagogo Johann Heinrich Pestalozzi (1746-1827), em Yverdon, na Suíça.
•       Em 1811, foi convocado a lutar nas guerras napoleônicas.
•       Fundou sua primeira escola em 1816, na cidade alemã de Griesheim. Dois anos depois, a escola foi transferida para Keilhau, onde Froebel pôs em prática suas teorias pedagógicas.
•       Biografia – Froebel (1782-1852)
•       Em 1826, publicou seu livro mais importante, A Educação do Homem.
•       Em seguida, foi morar na Suíça, onde treinou professores e dirigiu um orfanato.
•       Todas essas experiências serviram de inspiração para que ele fundasse o primeiro jardim de infância , na cidade alemã de Blankenburg.
•       Paralelamente, administrou uma gráfica que imprimiu instruções de brincadeiras e canções para serem aplicadas em escolas e em casa.
•       Biografia – Froebel (1782-1852)
•       Em 1851, confundindo Froebel com um sobrinho esquerdista, o governo da Prússia proibiu as atividades dos jardins de infância .
•       O educador morreu no ano seguinte.
•       Os jardins de infância rapidamente se espalharam pela Europa e Estados Unidos e foram incorporados aos preceitos educacionais do filósofo John Dewey (1859-1952). 
•       Segundo ARCE,
•       “Ele procurava na infância o elo que igualaria todos os homens, sua essência boa e divina ainda não corrompida pelo convívio social”. 
•       Contribuições
•       Educação para crianças menores de 7/8 anos.
•       Brincadeiras são o primeiro recurso no caminho da aprendizagem e não somente diversão.
•       As brincadeiras constituem-se em um modo de criar representações do mundo concreto com a finalidade de entendê-lo.
•       Por meio de brinquedos que desenvolveu depois de analisar crianças de diferentes idades, Froebel previu uma educação que ao mesmo tempo permite o treino de habilidades que elas já possuem e o surgimento de novas.

Fonte: GADOTTI, Moacir. História das Ideias Pedagógicas. 6. ed. São Paulo: Ática, 1998.


Educadores dos séculos XVIII e XIX

ROUSSEAU, PESTALOZZI, HERBART, FROEBEL


•       ROUSSEAU - Jean-Jacques Rousseau – nasceu em Genebra, 28 de Junho de 1712 - faleceu na França, 2 de Julho de 1778) foi um importante filósofo, teórico político, escritor e compositor autodidata suíço.
•       É considerado um dos principais filósofos do iluminismo e do Movimento Naturalista.
•       Biografia – Rousseau (1712-1778)
•       Nasceu protestante, tornou-se católico e retornou ao protestantismo.
•       Perdeu a mãe ao nascer e foi educado por um pastor protestante  na Suíça. Em Genebra exerceu vários ofícios, entre eles o de gravador. Foi ainda professor de música em Lausanne (também na Suíça).
•       Viveu em Paris por volta dos anos 1740 e colaborou com a Enciclopédia de Diderot e D’Alembert.
•       Em 1749, a Academia de Dijon propôs um prêmio para quem respondesse à seguinte questão: "O estabelecimento das ciências e das artes terá contribuído para aprimorar os costumes?"  - PRÊMIO. Várias obras...
•       Biografia – Rousseau (1712-1778)
•       Obras: O contrato social – obra que inspirou a Revolução Francesa (1789-1799).
•       Obra: Emílio ou Da Educação
*      Um dos objetivos do livro era criticar a educação elitista de seu tempo, que tinha nos padres jesuítas os expoentes. Condenava os métodos de ensino utilizados por se ampararem basicamente na repetição e memorização de conteúdos, e pregava sua substituição pela experiência direta por parte dos alunos, a quem caberia conduzir pelo próprio interesse o aprendizado.
*      Mais do que instruir, a educação deveria se preocupar com a formação moral e política.
•       Final da vida: complexo de perseguição e loucura.
•       Contribuições
•       Pedagogia de Rousseau representou a primeira tentativa radical e apaixonada de oposição  à pedagogia da essência e de criação de perspectivas para uma pedagogia da existência.
*      Pedagogia da essência – pauta-se nas ideias de Platão e considera a necessidade de aperfeiçoar o aluno, o qual sairá “da caverna” para o “mundo das ideias” – sempre a imperfeição para a busca da perfeição.
*      Pedagogia da existência – pauta-se nos princípios darwinianos e entende que o desenvolvimento ocorre de acordo com a união da educação com a vida.
•       Contribuições
•       Rousseau via o jovem como um ser integral, e não uma pessoa incompleta, e intuiu na infância várias fases de desenvolvimento, sobretudo cognitivo.
•       Foi um precursor da pedagogia de Maria Montessori (1870-1952) e John Dewey (1859-1952).
•       Rousseau sistematizou uma nova concepção de educação que pavimentou a chamada ESCOLA NOVA.

•       Johann Heinrich Pestalozzi (Zurique, 12 de janeiro de 1746 — Brugg, 17 de fevereiro de 1827)
•       Foi um pedagogista suíço e educador pioneiro da reforma educacional.
•       Biografia – Pestalozzi (1746-1827)
•       Desde os tempos de estudante participou de movimento de reforma política e social.
•       Em 1774 fundou um orfanato onde tentou ensinar rudimentos da agricultura e do comércio aos órfãos, porém a inciativa fracassou.
•       Publicou um romance – LEONARDO E GERTRUDES – delineava suas ideias de reforma política, moral e social.
•       Biografia – Pestalozzi (1746-1827)
•       Em 1805 fundou o famoso Internato de YVERDON.
Funcionou durante 20 anos.
 Frequentado por estudantesde toda a Europa.
•       Contribuições de Yverdon
•       Currículo de YVERDON

•       Segundo Silva e Vieira (2014),
•        Instituto Pestalozzi, criado em Curitiba, em 1943, pelo intelectual paranaense Erasmo Pilotto (1910-1992). Considerado pela história da educação no Paraná como um dos principais interlocutores do Movimento pela Escola Nova no Estado, Pilotto teve suas concepções educacionais pautadas por autores como: Montessori e Peslatozzi, que resignificados o levaram a uma concepção de educação que teve na arte e na cultura seu princípio formativo.  
•       O Instituto Pestalozzi funcionou na Rua Comendador Araújo, 341, Curitiba, no período de 1943 a 1945.
•       Johann Friedrich Herbart nasceu na Alemanha, em 4 de maio de 1776 — faleceu em 11 de agosto de 1841.
•       Filósofo, teórico da educação e psicólogo alemão do século XIX inaugurou a análise sistemática da educação e mostrou a importância da psicologia na teorização do ensino.
•       Biografia - Herbart (1776 – 1841)
Aos 18 anos, já era aluno do filósofo Johann Fichte (1762-1814) na Universidade de Jena.  Fichte foi um filósofo alemão que desenvolveu seus escritos a partir dos estudos de Kant (1724-1804). Pode-se dizer que sua obra é uma ponte entre Kant e Hegel (1770-1831). Interessou-se amplamente pela subjetividade.
Logo em seguida, trabalhou durante quatro anos como professor particular na Suíça, período em que ficou amigo do educador Johann Heinrich Pestalozzi (1746-1827).
Tornou-se professor na Universidade de Göttingen em 1802.
Seis anos depois, assumiu a cátedra deixada por Immanuel Kant (1724-1804) em Königsberg, onde lecionou até 1833, quando reassumiu o posto de professor de filosofia em Göttingen.
 Posteriormente fundou um seminário pedagógico com uma escola de aplicação e um internato.
Dos estudos mais importantes foi chegar a um esboço da Pedagogia.
•       Contribuições:
•       A pedagogia foi formulada pela primeira vez como uma ciência, de maneira abrangente e sistemática, com fins claros e meios definidos.
•       A estrutura teórica se baseia numa filosofia do funcionamento da mente, o que a torna duplamente pioneira:
*      caráter científico
*      adotar a psicologia aplicada como eixo central da educação.
•       Caráter científico
•       A doutrina pedagógica, para ser realmente científica, precisa ser comprovada experimentalmente - uma premissa do filósofo Immanuel Kant (1724-1804) que ele desenvolveu.
•       Surgiram as escolas de aplicação, que conhecemos até hoje. Elas respondem à necessidade de alimentar a teoria com a prática e vice-versa, num processo de atualização e aperfeiçoamento constantes.
•       Psicologia como eixo
•       A mente funciona com base em representações - que podem ser imagens, ideias ou qualquer outro tipo de manifestação psíquica isolada. 
•       Contribuições:
•       Sugeriu que cada lição obedecesse a fases estabelecidas ou a passos formais.
•       E tivesse os seguintes princípios:

•       O alemão Friedrich Froebel (1782-1852) foi um dos primeiros educadores a considerar o início da infância como uma fase de importância decisiva na formação das pessoas.
•       Biografia – Froebel (1782-1852)
•       Filho de um pastor protestante, Friedrich Froebel nasceu no sudeste da Alemanha, em 1782. Nove meses depois de seu nascimento, sua mãe faleceu.
•       Adotado por um tio, viveu uma infância solitária, em que se empenhou em aprender matemática e linguagem e a explorar as florestas perto de onde morava.
•       Após cursar informalmente algumas matérias na Universidade de Jena, tornou-se professor e ainda jovem fez uma visita à escola do pedagogo Johann Heinrich Pestalozzi (1746-1827), em Yverdon, na Suíça.
•       Em 1811, foi convocado a lutar nas guerras napoleônicas.
•       Fundou sua primeira escola em 1816, na cidade alemã de Griesheim. Dois anos depois, a escola foi transferida para Keilhau, onde Froebel pôs em prática suas teorias pedagógicas.
•       Biografia – Froebel (1782-1852)
•       Em 1826, publicou seu livro mais importante, A Educação do Homem.
•       Em seguida, foi morar na Suíça, onde treinou professores e dirigiu um orfanato.
•       Todas essas experiências serviram de inspiração para que ele fundasse o primeiro jardim de infância , na cidade alemã de Blankenburg.
•       Paralelamente, administrou uma gráfica que imprimiu instruções de brincadeiras e canções para serem aplicadas em escolas e em casa.
•       Biografia – Froebel (1782-1852)
•       Em 1851, confundindo Froebel com um sobrinho esquerdista, o governo da Prússia proibiu as atividades dos jardins de infância .
•       O educador morreu no ano seguinte.
•       Os jardins de infância rapidamente se espalharam pela Europa e Estados Unidos e foram incorporados aos preceitos educacionais do filósofo John Dewey (1859-1952). 
•       Segundo ARCE,
•       “Ele procurava na infância o elo que igualaria todos os homens, sua essência boa e divina ainda não corrompida pelo convívio social”. 
•       Contribuições
•       Educação para crianças menores de 7/8 anos.
•       Brincadeiras são o primeiro recurso no caminho da aprendizagem e não somente diversão.
•       As brincadeiras constituem-se em um modo de criar representações do mundo concreto com a finalidade de entendê-lo.
•       Por meio de brinquedos que desenvolveu depois de analisar crianças de diferentes idades, Froebel previu uma educação que ao mesmo tempo permite o treino de habilidades que elas já possuem e o surgimento de novas.

Fonte: GADOTTI, Moacir. História das Ideias Pedagógicas. 6. ed. São Paulo: Ática, 1998.


domingo, 5 de junho de 2016

Sugestão: referências sobre alfabetização e letramento

Referências

ABRAMOVICH, Fanny. Literatura infantil: gostosuras e bobices. 5. ed. São Paulo: Scipione, 2006.
ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith. Usos e abusos dos estudos de caso. Cadernos de Pesquisa, v. 36, n. 129, p. 637-651, set./dez. 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/cp/v36n129/a0736129.pdf>. Acesso em: 15 out. 2011.
ANDRADE, Ludmila Thomé de. Professores leitores e sua formação: transformações discursivas de conhecimentos e saberes. Belo Horizonte: Ceale; Autêntica, 2007.
______. Escolhas do professor: fonoletra com ciência ou letramento sem letra? In: ZACCUR, Edwiges (Org.). Alfabetização e letramento: o que muda quando muda o nome? Rio de Janeiro: Rovelle, 2011.
ANDRÉ, Marli Elisa Dalmazo Afonso de. Estudo de caso em pesquisa e avaliação educacional. 3. ed. Brasília, LiberLivro Editora, 2008.
BAKHTIN, Mikhail Mikhailovich. Marxismo e filosofia da linguagem. 13. ed. São Paulo: Hucitec, 2009.
BARBOSA, Mirtes Lia Pereira; CARVALHO, Rodrigo Saballa de. Práticas escolares em espaços-tempos contemporâneos. In: COSTA, Marisa Vorraber (Org.). A educação na cultura da mídia e do consumo. Rio de Janeiro: Lamparina, 2009.
ORTONI-RICARDO, Stella Maris. Educação em língua materna: a sociolinguística em sala de aula. São Paulo: Parábola, 2004.
BONDÍA, Jorge Larrosa. Notas sobre a experiência e o saber de experiência.Universidade de Barcelona, Espanha. Tradução de João Wanderley Geraldi. Universidade Estadual de Campinas, Departamento de Linguística. Revista Brasileira de Educação.Jan/Fev/Mar/Abr, 2002, n. 19 – (20-28) São Paulo, Brasil. Disponível em: <http://redalyc.uaemex.mx/src/inicio/ArtPdfRed.jsp?iCve=27501903>. Acesso em: 20 out. 2011.
BUNZEN, Clecio. Os significados do letramento escolar como uma prática sociocultural. In: VÓVIO, Cláudia, SITO, Luanda; GRANDE, Paula De (Orgs.). Letramentos. Campinas, SP: Mercado das Letras, 2010.
CAGLIARI, Luiz Carlos. A respeito de alguns fatos do ensino e da aprendizagem da leitura e da escrita pelas crianças na alfabetização. In: ROJO, Roxane (Org.). Alfabetização e letramento. Campinas, SP: Mercado das Letras, 1998.
______. Alfabetização e linguística. 10. ed. São Paulo: Scipione, 2007.
______. Alfabetizando sem o ba, bé, bi, bo, bu. 2. ed. São Paulo: Scipione, 2009.
CARDOSO, Cancionila Janzkovski. A escrita e o outro/interlocutor no dizer das crianças. In: SHOLZE, Lia; RÖSING, Tania M. K. (Org.).Teorias e práticas de letramento. Brasília: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, 2007.
CARVALHO, Marie Jane Soares; PORTO, Leonardo Sartori. Portfólio Educacional: proposta alternativa de avaliação. Porto Alegre: UFRGS, 2005.
CARVALHO, Marlene. Alfabetizar e letrar. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005.
CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa qualitativa em ciências sociais. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006.
COLOMER, Tereza; CAMPS, Anna. Ensinar a ler, ensinar a compreender. Porto Alegre: Artmed, 2002.
COSSON, Rildo. Letramento literário: teoria e prática. 3. ed. São Paulo: Contexto, 2009.
FERREIRO, Emilia. Reflexões sobre alfabetização. 20. ed. São Paulo: Cortez, 1992.
FERREIRO, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1999.
FLICK, Uwe. Introdução à pesquisa qualitativa. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São Paulo: Cortez, 2005
FREIRE, Paulo; MACEDO, Donaldo. Alfabetização: leitura do mundo, leitura da palavra. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2011.
GATTI, Bernadete. Pesquisar em educação:considerações sobre alguns pontos-chave. Diálogo Educacional, Curitiba, v. 6, n. 19, p. 25-35, set./dez. 2006.
GERALDI, João Wanderley. Prática de leitura na escola. In: GERALDI, João Wanderley (Org.). O texto na sala de aula. 4. ed. São Paulo: Ática, 2006.
______. Alfabetização e letramento: perguntas de um alfabetizado que lê. In: ZACCUR, Edwiges (Org.). Alfabetização e letramento:o que muda quando muda o nome? Rio de Janeiro: Rovelle, 2011.
GHEDIN, Evandro; FRANCO, Maria Amélia Santoro. Introdução. In: PIMENTA, Selma Garrido; GHEDIN, Evandro; FRANCO, Maria Amélia Santoro (Org.). Pesquisa em Educação. São Paulo: Edições Loyola, 2006.
GONTIJO, Claudia Maria. Alfabetização: a criança e a linguagem escrita. Campinas, SP: Autores Associados, 2003.
______. A escrita infantil. São Paulo: Cortez, 2008.
KENSKI, Vani Moreira. Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação. 6. ed. Campinas, SP: Papirus, 2010.
KLEIMAN, Angela B. Letramento e suas implicações para o ensino de língua materna. Signo. Santa Cruz do Sul, v. 32 n. 53, p. 1-25, dez, 2007. Disponível em: <http://online.unisc.br/seer/index.php/signo/article/viewFile/242/196>. Acesso em: 12 out. 2011.
______. Modelos de letramento e as práticas de alfabetização na escola. In: KLEIMAN, Angela B. (Org.). Os significados do letramento: uma nova perspectiva sobre a prática social da escrita. 10. ed. Campinas, SP: Mercado das Letras, 2008a.
______. Os estudos de letramento e a formação do professor de língua materna. In: Linguagem em (Dis)curso. v. 8, n. 3. Palhoça, SC: Unisul, 2008b.
LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. 6. ed. São Paulo: Ática, 2000.
LANKSHEAR, Colin; KNOBEL, Michele. Pesquisa Pedagógica: do projeto à implementação. Porto Alegre: Artmed, 2008.
LEITE, Sérgio Antônio da Silva; COLLELO, Silvia M. Gasparian; ARANTES, Valéria Amorim (Org.). Alfabetização e letramento. São Paulo: Summus, 2010.
MARINHO, Marildes. Pequenas histórias sobre este livro e sobre o termo letramento. In: MARINHO, Marildes; CARVALHO, Gilcenei Teodoro (Org.). Cultura escrita e letramento. Belo Horizonte: UFMG, 2010.
MELO, Rosineide de. O discurso como reflexo e refração e suas forças centrífugas e centrípetas. In: PAULA, Luciane de; GRENISSA, Stafuzza (Org.). Círculo de Bakthin: teoria inclassificável. Campinas, SP: Mercado das Letras, 2010.
MOORE, Michael G. Teoria da distância transacional. Traduzido por Wilson Azevêdo. Revista Brasileira de Aprendizagem Aberta e a Distância, São Paulo, Agosto 2002. (1-14) Disponível em: <http://www.abed.org.br/revistacientifica/Revista_PDF_Doc/2002_Teoria_Distancia_Transacional_Michael_Moore.pdf>. Acesso em: 6 nov. 2011.
MORAES, Jaqueline de Fátima dos Santos; SAMAPAIO, Carmen Sanches. Superação da dicotomia alfabetização e letramento na articulação prática-teoria-prática. In: ZACCUR, Edwiges (Org.). Alfabetização e letramento: o que muda quando muda o nome? Rio de Janeiro: Rovelle, 2011.
MORAES, Roque; GALIAZZI, Maria do Carmo. Análise textual discursiva. 2. ed. Ijuí, RS: Unijuí, 2011.
MORTATTI, Maria do Rosário Longo. Os sentidos da alfabetização. São Paulo: Unesp, 2000.
______. Educação e letramento. São Paulo: Unesp, 2004.
______. Balanço crítico da década da alfabetização. II Simpósio em Alfabetização, Leitura e Escrita: balanço crítico de uma década. Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, ES: 2011.
NÓVOA, Antonio. Formação de professores e trabalho pedagógico. Lisboa: EDUCA, 2002.
ORLANDI, Eni Puccinelli. O que é Linguística. 2. ed. São Paulo: Brasiliense, 2009.
PALFREY, John; GASSER, Urs. Nascidos na era digital: entendendo a primeira geração de nativos digitais. Porto Alegre: Artmed, 2011.
SAMPAIO, Carmen Sanches. Alfabetização e formação de professores: aprendi a ler (...) quando eu misturei todas aquelas letras ali... Rio de Janeiro: WAK, 2008.
SCHWARTZ, Cleonara Maria; GONTIJO, Cláudia Maria Mendes. Alfabetização, letramento e a política de avaliação diagnóstica no Brasil. In: ZACCUR, Edwiges (Org.). Alfabetização e letramento: o que muda quando muda o nome? Rio de Janeiro: Rovelle, 2011.
SEBER, Maria da Glória. A escrita infantil: o caminho da construção. São Paulo: Scipione, 1997.
SILVA, Marcos. Infoexclusão e analfabetismo digital: desafios para a educação na sociedade da informação e na cibercultura. In: FREITAS, Maria Teresa de Assunção. Cibercultura e formação de professores. Belo Horizonte: Autêntica, 2009.
SMITH, Frank. Leitura significativa. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 1999.
SOARES, Magda. Letramento e alfabetização: as muitas facetas. Revista Brasileira de Educação, n. 25, p. 78-94, jan./abr. 2003.
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